terça-feira, 27 de setembro de 2011

Clichê



Falar é sempre mais fácil que fazer.
Planejar é bem mais simples que executar.
Sonhar é fundamental, só que mais importante ainda é saber o que fazer quando o sonho torna-se realidade.

Pensar em amor pode ser algo banal, viver um amor não.
Arriscar, se aventurar, procurar viver intensamente, fácil falar não?
Descobrir que viver cada dia como se fosse o último não é uma vã filosofia.
Perceber que todos esses clichês podem ser verdade. Será?

Tentar ser feliz ao seu jeito, afinal cada um tem uma definição muito pessoal do que é felicidade.
Mas, afinal, realmente existe felicidade?
Ou é algum produto imaginário, idealizado pelo ser humano?

A vida as vezes nos prega cada peça:
Por um instante penso que somos atores de uma grande comédia (ou tragédia), vai depender do ponto de vista.
O palco é a Terra. Nós somos os protagonistas (ou coadjuvantes), dessa peça. 
Ser um ou outro, protagonista ou coadjuvante, vai depender de nossas escolhas. 
Mas será que realmente temos tantas opções assim?

E quando as circunstâncias se impõem as nossas vontades?
Como lidar com o imprevisível?
Talvez sejamos previsíveis demais, isso sim.

De uma coisa não duvido: arriscar é sempre a melhor opção!
Digo mais, talvez essa seja a nossa única opção se realmente quisermos encontrar a felicidade.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pra que entender?


Cada relacionamento é único, singular, é impossível comparar uma paixão a outra.
Então, podemos supor que aprendemos com nossos amores.
Sempre levamos algo, e deixamos alguma coisa também.

Podemos, até mesmo, perceber que nossa capacidade de compreensão é bem maior do que pensávamos.
Ampliar limites, superar expectativas, descobrir que quase nunca acontece exatamente o que foi planejado.
E não acontecendo o que foi planejado, se mesmo assim você ficar feliz, parabéns! O nome disso é paixão! Ou seria amor?

Entendo que a fórmula do sucesso de uma relação a dois, seja um misto de autocontrole, com entrega, regada a grandes doses de sinceridade.
Auto-controle é fundamental, uma vez que nem sempre podemos fazer o que queremos, ou quando queremos.
Entretanto, como entrar de cabeça num relacionamento sem se entregar, sem demonstrar o que sente, sem medo de arriscar?
Logicamente tudo há de acontecer de uma maneira natural e, principalmente, sincera.

Sentir aquele frio na barriga, perceber as mãos transpirando, notar a ansiedade tomando conta do seu corpo.
Esses são alguns sintomas que indicam o quanto a pessoa que está deixando você assim é especial.

Maus momentos, problemas, certamente virão, mas se perceber que tudo isso vale a pena, por que não insistir?
Entender um relacionamento é uma tarefa árdua, afinal não podemos explicar o inexplicável.
Seria chato se pudessemos fazer isso. Pra que entender?
Prefiro sentir do que buscar explicações.