"Viver é a coisa mais rara do mundo, a maioria das pessoas apenas existe" (Oscar Wilde)
terça-feira, 31 de maio de 2011
Falando de amor
Qual a fórmula para que um relacionamento dê certo?
Quem conseguir responder a essa pergunta, sem pestanejar, merece um troféu (de gênio, ou de hipócrita).
Um namoro, noivado, casamento, ou seja lá o nome que se dê ao tal "relacionamento sério" não sobrevive apenas de amor.
Seria muito bom que apenas um "gostar mútuo" fosse suficiente pra levar uma relação adiante.
A complicação, natural ou proposital, se dá a partir do momento em que entram no jogo palavras como cíume, insegurança, autoconfiança, ego, orgulho, fidelidade (em seu sentido mais amplo), amigos, família.
Sou totalmente adepto da filosofia do "seja eterno enquanto dure". Um relacionamento não precisa durar uma vida para que deixe marcas, o importante é a intensidade. Tais marcas serão levadas consigo por um bom tempo, e irão influenciar de alguma forma a maneira de lidar com a próxima pessoa que irá compartilhar algo de sua vida.
Mas amor é tudo? Não, definitivamente não. Algo pode não dar certo mesmo existindo um sentimento recíproco. Acho que esses são os piores finais. Quando acabam, marcam, e deixam algo bom pra ser lembrado. Quando simplesmente existe um sentimento tão forte, que é preferível parar por ali. Talvez pela opção de acabar enquanto ainda resta amor, antes que termine de uma maneira banal, e se torne apenas mais um relacionamento.
Agora como esquecer quando ainda resta algo bom? Quando não há sequer um motivo para se ter raiva?
Bem, ai já é outra história...
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